Sendo autorizado, ele desmonta a máscara e deixa só a base de mármore. Aproxima-se do mar revolto e ele já vai se acalmando. Os rochedos vão se aproximando e ficando planos.
O dia vai amanhecendo.
Quando as ondas baixam mais um pouco, já diviso no horizonte um bonito continente por trás das rochas e de mais algumas léguas de oceano. Este último vai perdendo extensão e o continente se aproxima cada vez mais e mais, ainda que não totalmente. É muito bonito, vejo construções, montanhas, muito verde e pássaros.
Eu me tranquilizo.
Ao colocar a pedra no chão as rochas já estão planas e conectadas ao nosso solo. Os carros começam a ser estacionados de costas para o mar, sobre esse novo chão, fazendo uma barreira de proteção aos que estavam ali.
Alguns carros ao passarem pela pedra, rasgam os pneus, mas o meu não rasga tanto como os outros. São vários Celtas. Meu carro funciona novamente.
O mar está calmíssimo, o outro continente próximo, é dia e estamos a salvo.
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