Eu estou numa festa com poucos amigos, que está no final. Meu carro está lá e eu preciso vendê-lo, mas assim que chamo uns amigos para mostrar, ele não funciona. Decido que devo levá-lo ao mecânico, mas como já é tarde da noite, escolho um que não é propriamente uma oficina, mas que estaria aberto àquela hora e poderia dar um jeito.
João ia comigo de carona e, como o carro não pegava, Any empurrou.
É uma estrada esquisita, escura, algumas luzes amarelas, muito muito esburacada. O carro, no entanto, já estava andando sem o motor, só com a força da minha amiga que estava correndo super rápido. Ela já não precisa mais empurrar, o carro anda sem o impulso dela e também sem o motor.
Desço essa rua, que vai escurecendo e as poucas casinhas vão escasseando. Dobro já no final, à direita e subo uma ladeira paralela à ruela anterior, de chão de terra e cheia de árvores, quase uma floresta. Preciso parar o carro no meio, pois não tinha como passar ali. Descemos, João e eu, e nos dirigimos ao alto da ladeira, um penhasco que dava pro mar.
Nesse alto, estava iluminado, luz branca, fluorescente. Há um bar (oficina mecânica, estacionamento e lava-jato) onde pretendo deixar o carro estacionado durante a noite e pedir por favor para que eles o consertem. Ao chegar lá há várias pessoas bebendo, os donos são meus conhecidos e a dona vem me recepcionar. Eu digo a ela o que quero, ela entende, ri e está muito receptiva. Sei que vai me ajudar.
De repente, inicia-se uma tempestade (terremoto) e as ondas do mar se agitam, ficam gigantes, parecem querer invadir a terra e destruir tudo. Parece o fim. Eu me desespero, pois não há o que fazer.
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