Ni la necesidad ni el deseo, tan sólo el amor por el poder es el demonio de la humanidad. Puedes darles todo a las personas -salud, alimento, abrigo, diversión-, pero siguen siendo infelices y caprichosas, porque el demonio espera y espera; y debe ser satisfecho. Quítales todo, pero complace a este demonio, y entonces será casi feliz, tanto como lo pueden ser los hombres y los demonios.
Nietzsche, "El amanecer del día".
terça-feira, 2 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
análise
uma das situações em que você sabe que precisa voltar à terapia acontece quando sua amiga jornalista bem mais nova que você, lhe diz: "é muito recorrente tu sonhares com isso, né?"
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poesia e prosa caindo como uma luva agora.
Hay que estar ebrio siempre. Todo reside en eso: ésta es la única cuestión. Para no sentir el horrible peso del Tiempo que nos rompe las espaldas y nos hace inclinar hacia la tierra, hay que embriagarse sin descanso.
Pero, ¿de qué? De vino, de poesía o de virtud, como mejor les parezca. Pero embriáguense.
Y si a veces, sobre las gradas de un palacio, sobre la verde hierba de una zanja, en la soledad huraña de su cuarto, la ebriedad ya atenuada o desaparecida ustedes se despiertan pregunten al viento, a la ola, a la estrella, al pájaro, al reloj, a todo lo que huye, a todo lo que gime, a todo lo que rueda, a todo lo que canta, a todo lo que habla, pregúntenle qué hora es; y el viento, la ola, la estrella, el pájaro, el reloj, contestarán:
“¡Es hora de embriagarse!"
Para no ser los esclavos martirizados del Tiempo,
¡embriáguense, embriáguense sin cesar!
De vino, de poesía o de virtud, como mejor les parezca.
Charles Baudelaire
Pero, ¿de qué? De vino, de poesía o de virtud, como mejor les parezca. Pero embriáguense.
Y si a veces, sobre las gradas de un palacio, sobre la verde hierba de una zanja, en la soledad huraña de su cuarto, la ebriedad ya atenuada o desaparecida ustedes se despiertan pregunten al viento, a la ola, a la estrella, al pájaro, al reloj, a todo lo que huye, a todo lo que gime, a todo lo que rueda, a todo lo que canta, a todo lo que habla, pregúntenle qué hora es; y el viento, la ola, la estrella, el pájaro, el reloj, contestarán:
“¡Es hora de embriagarse!"
Para no ser los esclavos martirizados del Tiempo,
¡embriáguense, embriáguense sin cesar!
De vino, de poesía o de virtud, como mejor les parezca.
Charles Baudelaire
terça-feira, 20 de abril de 2010
Clarice, é claro.
Escrevo porque sou uma desesperada e estou cansada, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse sempre a novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias.
sábado, 17 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
descender
"cómo me duele la cabeza, madre, hay algo en mí que se resiste a volver a descender a esas cavernas, al submundo, al Hades, en donde desde siempre se muere y se renace, en donde se cuece lo vivo con el humus de los muertos..." <3 <3 <3
segunda-feira, 29 de março de 2010
resposta: nenhuma
nenhuma ambulância veio, eu me levantei sozinha. e, adivinhem - bem cliché: voltei por cima.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
isso se chama aprendizado.
A alma volta constantemente às suas feridas para extrair delas novos significados; volta em busca de uma experiência renovada. Ficamos familiarizados com nossos complexos e nosso sofrimento. O ego, identificado com o arquétipo do herói, chama a repetição de neurose. Mas na repetição, na circularidade, o ego é forçado a conscientizar-se de que há uma outra força governando a coisa toda. Na repetição o ego é forçado a servir à psique. Há um aspecto ritual aqui, uma humilhação. A circularidade, por fim, nos personaliza. Do ponto de vista da alma, a repetição é uma maneira de nos tornarmos aquilo que somos (BARCELLOS, 1991)
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
voltar pra a terra querida.
quero voltar, tô com saudade, peço perdão pela duração dessa temporada. não sei, quero sol, quero correr desse frio, quero o carnaval.
é o brasil, fogo. não é ufanismo, é só um certo sentimento de que nada pode essa falta suprir por aqui.
tá, não é pra sempre. quem sabe em dois meses de férias e eu recarrego pra voltar presse outro continente. que falta você me faz, calor humano.
é o brasil, fogo. não é ufanismo, é só um certo sentimento de que nada pode essa falta suprir por aqui.
tá, não é pra sempre. quem sabe em dois meses de férias e eu recarrego pra voltar presse outro continente. que falta você me faz, calor humano.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
eu nunca tinha entendido chico tão bem.
Samba de Orly - Chico Buarque
Vai, meu irmão
Pega esse avião
Você tem razão de correr assim
Desse frio, mas beija
O meu Rio de Janeiro
Antes que um aventureiro
Lance mão
Pega esse avião
Você tem razão de correr assim
Desse frio, mas beija
O meu Rio de Janeiro
Antes que um aventureiro
Lance mão
Pede perdão
Pela duração dessa temporada
Mas não diga nada
Que me viu chorando
E pros da pesada
Diz que vou levando
Vê como é que anda
Aquela vida à toa
E se puder me manda
Uma notícia boa
Pela duração dessa temporada
Mas não diga nada
Que me viu chorando
E pros da pesada
Diz que vou levando
Vê como é que anda
Aquela vida à toa
E se puder me manda
Uma notícia boa
Pede perdão
Pela omissão um tanto forçada
Mas não diga nada
Que me viu chorando
E pros da pesada
Diz que vou levando
Vê como é que anda
Aquela vida à toa
Se puder me manda
Uma notícia boa
Pela omissão um tanto forçada
Mas não diga nada
Que me viu chorando
E pros da pesada
Diz que vou levando
Vê como é que anda
Aquela vida à toa
Se puder me manda
Uma notícia boa
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
ok.
ok, cansei de ser romântica. desculpem o transtorno. se eu tiver outro acesso (o que eu espero que aconteça de vez em quando com a pessoa de sempre e para sempre) procuro ser menos rasgada, ok? beijos.
tá, acabei de ser romântica rasgada de novo. que horror, não consigo evitar.
ok. começa a contar a partir de agora. 1, 2, 3... já!
ok then.
tchau, beijos.
tá, acabei de ser romântica rasgada de novo. que horror, não consigo evitar.
ok. começa a contar a partir de agora. 1, 2, 3... já!
ok then.
tchau, beijos.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Ano novo, vida finalmente nova.
O ano de 2009 não posso muito bem chamá-lo ano de transição. 2009 não. Esse foi um ano de viver o que eu planejei e construí já desde antes. Não foi fácil, claro. Sofri, chorei, me surpreendi num mal sentido, me decepcionei pra ser mais específica e também ri, gargalhei, dancei, quebrei o pé, deixei um trabalho, tive muito prazer e me apaixonei.
Posso dizer sem dúvida que foi um dos melhores anos da minha vida. Se não o melhor, porque sempre conto com falhas de memória, um dos melhores.
O final superou tudo. Nunca estive tão tranquila.
Nesse ano eu cresci e encontrei em mim e no outro o que eu pensava que não existia.
"Que 2010 seja melhor que 2009!"... Escutei isso várias vezes nos últimos dias e espero que aconteça mesmo, mas uma coisa tenho certeza:
Se for melhor não estraga, floresce!
Posso dizer sem dúvida que foi um dos melhores anos da minha vida. Se não o melhor, porque sempre conto com falhas de memória, um dos melhores.
O final superou tudo. Nunca estive tão tranquila.
Nesse ano eu cresci e encontrei em mim e no outro o que eu pensava que não existia.
"Que 2010 seja melhor que 2009!"... Escutei isso várias vezes nos últimos dias e espero que aconteça mesmo, mas uma coisa tenho certeza:
Se for melhor não estraga, floresce!
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